Coreme do Hospital Metropolitano tem nova coordenadora

A nova coordenadora da Comissão de Residência Médica (COREME) do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) é a médica Viviane Ferreira, que atua na unidade desde 2011. Ela substitui Norma Fonseca Assunção, que, por sua vez, exerceu a função de primeira coordenadora do Coreme. O mandato durou de 2014 a 2016. O Hospital Metropolitano é gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

 

Para celebrar a posse de Viviane, foi realizada uma cerimônia, no auditório da unidade na última terça-feira, dia 31/1. O diretor-geral do Hospital Metropolitano, Rogério Kuntz, prestigiou a posse e comentou que, além de atender urgência e emergência em traumas e queimados, a unidade tem como missão atuar na formação de profissionais na área da saúde. Iniciado em 2014, o programa de Residência Médica é composto por quatro especializações: Cirurgia Geral, Ortopedia e Traumatologia, Cirurgia do Trauma e Medicina de Urgência e Emergência Clínica.

Viviane é formada há 15 anos em medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando como médica intensivista, professora de universidades e sendo preceptora do Hospital Metropolitano. Ela tem a missão de conduzir o Coreme pelo biênio 2017 e 2018. A médica destacou que a sua gestão terá pilares que perpassam pelo planejamento, evolução contínua e valorização da residência. “Um é o planejamento, listando, por exemplo, cursos necessários durante a residência. O segundo pilar é o próprio trabalho científico, incentivando os residentes a fazerem o trabalho de produção diante do cenário que lidamos no cotidiano”, disse. “O terceiro seria trabalhar a própria residência. Vamos avaliar o que o mercado está precisando, que tipo de residente médica”, ressaltou.

O coordenador da Residência de Ortopedia e Traumatologia do HMUE, Luciano Barbosa, elencou que o programa de Residência Médica tem como destaque uma troca intensa de conhecimentos. “Seguimos aprimorando-o, na parte dos ambulatórios, na distribuição dos residentes e na questão do trabalho científico. O programa nos possibilita uma relação próxima com o residente e isso é ótimo”, ressaltou o médico formado há 27 anos.

O coordenador do Departamento de Ensino e Pesquisa, Leonardo Ramos, considerou a gestão da médica Norma Fonseca como fundamental. “Foi um período de evolução. Agora, almejamos a consolidação da residência, que é nova, está completando apenas três anos”, avaliou. Ramos comentou que os ensinamentos técnicos se agregam a conceitos de humanização dentro do programa de residência. “Esperamos capacitar os residentes de uma forma que sejam absorvidos pelo mercado, levando competência dos casos que o Hospital Metropolitano tem, capacitando-os na humanização, na parte ética e não apenas na parte técnica”.

Ensino

Desde 2012, o Hospital Metropolitano organiza suas atividades de ensino e pesquisa, servindo de campo de estágio curricular obrigatório para acadêmicos e residentes das universidades públicas e privadas conveniadas, assim como hospitais de ensino.

O primeiro programa de residência ofertado no hospital foi a Residência Multiprofissional, com a disponibilidade de vagas anuais em cinco categorias profissionais: Fisioterapia (duas vagas); Enfermagem (uma vaga), Terapia Ocupacional (uma vaga), Fonoaudiologia (uma vaga) e Psicologia (uma vaga).

Além das residências, o HMUE proporciona por meio de parcerias com instituições de ensino superior, o desenvolvimento de estágios supervisionados obrigatórios, aulas práticas e visitas técnicas. Dessa forma, oferece um espaço permanente de discussão para fomentar o aprendizado de acadêmicos e a contínua formação de professores e colaboradores.