Hospital Metropolitano compartilha boas práticas de humanização com profissionais da saúde de Belém

O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) participou, nesta quarta-feira (15), do II Encontro de Assistência Humanizada e de Qualidade às Urgências. O evento foi promovido pela Secretaria Municipal de Saúde de Belém (SESMA), no auditório da Faculdade Uninassau, em Belém. O objetivo foi compartilhar experiências de boas práticas implementadas pela política institucional de humanização da Pró-Saúde, entidade que gerencia o hospital.

Com o intuito de promover ideias e propostas de ações para profissionais da área da saúde, foram apresentados durante o encontro, projetos voltados tanto para usuários, como visita assistida, alta humanizada e palestras, quanto para colaboradores como, por exemplo, o “Hmuesaudável”, “Humaescuta” e treinamentos de capacitação.

A supervisora de humanização do HMUE, Natalia Failache, destacou os exemplos de dispositivos utilizados dentro da unidade, por meio de diretrizes de acolhimento, clínica ampliada, ambiência, valorização do colaborador e garantia de direitos dos usuários por meio de ações.

“Meu intuito neste encontro não é ditar o dever dos servidores, e sim, apresentar métodos, práticas e dispositivos exitosos, que são exemplos de um serviço e atendimento humanizado na nossa unidade. Alguns exemplos são o acolhimento na urgência e emergência, cine metrô, musicoterapia, entre muitos outros, que trabalham as diretrizes da Política de Humanização. Além disso, o papel do acompanhante, dos profissionais, e da gestão nessas práticas, tornando esse atendimento mais completo e eficiente” relata.

De acordo com a coordenadora de humanização da SESMA, Karen Tavares, o encontro veio para fortalecer a política de humanização nacional e para promover aos servidores do Pronto-Socorro Municipal Humberto Maradei Pereira, um momento de discussão sobre o protagonismo desse serviço na rede pública de saúde, proporcionando aprimoramento e qualificação compartilhada.

“Por meio de grupos de humanização conhecemos o trabalho que é realizado no Hospital Metropolitano. Então, decidimos convidar a unidade para trazer essas experiências, compartilhar como elas são pensadas e realizadas. Queremos que os servidores retornem ao Pronto-Socorro como esse exemplo de trabalho de humanização”, afirma.

**Sobre o HMUE**
Referência no tratamento de média e alta complexidade em traumas e queimados para a região Norte pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), localizado em Ananindeua (PA), dispõe de 198 leitos operacionais nas especialidades de traumatologia, cirurgia geral, neurocirurgia, clínica médica, pediatria, cirurgia plástica exclusivo para pacientes vítimas de queimaduras, além de leitos de UTI.
O HMUE recebe pacientes da Região Metropolitana de Belém, dos diferentes municípios do Pará e também de outros estados. Em 2018, realizou mais de meio milhão de atendimentos, entre internações, cirurgias, exames laboratoriais e por imagem, atendimentos multiprofissionais e consultas ambulatoriais.
A unidade é gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

**Sobre a Pró-Saúde**
A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade.
Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 22 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.