Festival de Música do Hospital Metropolitano emociona visitantes e colaboradores

Colaboradores do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, tiveram oportunidade de revelar seus talentos durante o I Festival de Música da unidade. Os profissionais puderam entoar canções durante o período de chegada das visitas aos pacientes. A atividade de humanização buscou minimizar as angústias da espera para rever os familiares e também aliviar a tensão do trabalho no ambiente hospitalar.

Ao longo desta quarta (16) e quinta-feira (17), se apresentaram nove participantes, de diferentes setores, que superaram a timidez para encarar o microfone e instrumentos musicais. A agenda foi pensada de forma a não impactar na rotina de atendimentos da unidade, que é gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar.

O evento contou com a apresentação da banda ReabilitaShow, um dos destaques do festival, formada por dois fisioterapeutas e um terapeuta ocupacional. Rodrigo Alcântara integra o grupo e demonstrou ao público parte do trabalho que já executa nas sessões de musicoterapia que realiza junto aos pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “É também uma forma de mostrar que nós, profissionais da saúde, também temos uma vida fora do hospital e cultivamos hobbies. Foi um momento de descontração e harmonia”, contou o fisioterapeuta que nas horas vagas toca também com outros amigos na banda Fisioterocks.

A dupla Misael Belo, do setor de Humanização, e Jane Kelly Santos, da Manutenção, emocionou o público. “Foi maravilhoso, muito gratificante. Geralmente estamos naquela rotina, tensos com as tarefas para executar, e nesta ação deu para relaxar um pouquinho. É algo que traz motivação, me senti privilegiada por ter participado”, celebrou Jane.

Agradaram
Na plateia estavam as primas Sonia Maria de Sousa e Maria Cristina de Matos, que vieram visitar o tio que está internado. “Para quem está com pessoas doentes isso é muito importante. A gente se sente acalentada, é um conforto, eles conseguiram nos emocionar, mexer com nossos sentimentos”, revelou Sonia.

De acordo com a supervisora de Humanização, Natália Failache, a ação buscou integrar os setores e valorizar os colaboradores da unidade. “A música relaxa, funciona como uma válvula de escape para a tensão do trabalho. Além de mostrar talentos, foi um momento que prova que hospital não é só tristeza e doença”, afirmou Natália.

Sobre o HMUE
Referência no tratamento de média e alta complexidades em traumas e queimados para a região Norte pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), localizado em Ananindeua (PA), dispõe de 198 leitos operacionais nas especialidades de traumatologia, cirurgia geral, neurocirurgia, clínica médica, pediatria, cirurgia plástica exclusiva para pacientes vítimas de queimaduras, além de leitos de UTI.
O HMUE recebe pacientes da Região Metropolitana de Belém, de diferentes municípios do Pará e também de outros estados. Em 2018, realizou mais de meio milhão de atendimentos, entre internações, cirurgias, exames laboratoriais e por imagem, atendimentos multiprofissionais e consultas ambulatoriais.
A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade.
Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 11 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.